Em parceria inédita com a Rádio Nacional, o Instituto de Natureza e Cultura da Universidade Federal do Amazonas (INC/UFAM) cria um canal de socialização dos projetos científicos e ações de ensino, pesquisa e extensão com a sociedade, no Alto Solimões. Coordenado pela Profa Dra Taciana Carvalho Coutinho, tem a parceria dos professores/pesquisadores do Instituto Federal do Amazonas (IFAM) e da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). A iniciativa tem como premissa (re)conectar a comunidade com a Universidade, comunicando e promovendo o acesso ao ensino técnico e superior público, gratuito e para tod@s.
O programa semanal vai ao ar todas as quintas feiras a partir das 14h (Alto Solimões), 15h (Manaus), 16h (Brasília).
Em breve a gravação dos Programas será disponibilizados na internet.


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Na  manhã  do  dia  25  de  março,  o  prefeito  David  Bemerguy  esteve reunido  com  secretários  e  representantes do  Parque  Científico  e  Tecnológico do  Alto  Solimões  (PCT).  Esse  projeto  envolve  pesquisadores  da  UFAM,  UEA  e IFAM.  O  encontro  teve  como  principal  objetivo  firmar  uma  parceria  entre  a Entidade  e  a  Administração  Municipal  de  Benjamin  Constant. 

 A  coordenadora  do  PCT  do  Alto  Solimões,  Taciana  Coutinho,  destacou  a importância  dessa  integração  com  a  Prefeitura.  “Que  a  gente  possa  formalizar uma  possível parceira  nesse  diálogo  com  o  Prefeito  e  os secretários,  pensando em projetos que  viabilizem  o  cooperativismo,  o  empreendedorismo  e  a inovação  tecnológica”,  completou.

 Outro  ponto  importante  da  reunião  foram  as  negociações para a utilização  de  um  espaço  que  pertence  à  UFAM,  onde  funcionava  o  Campus Avançado  em  Benjamin  Constant.  De  acordo  com  a  secretária  municipal  de educação,  Antônia  Rodrigues,  a  prefeitura  tem  interesse  no  terreno  para  a construção  de  uma  escola  com  12  salas de  aula.  “A  partir dessa  conversa surge  a  ideia  de  realizar um  projeto  em  parceria,  para  implantação  de  uma escola  modelo,  onde  haja  o  desenvolvimento  da  educação  básica  e  de atividades de  pesquisa  e  extensão  das instituições de  ensino  superior”,  afirmou a  secretária.

 David  Bermerguy  concluiu  que  o  encontro  foi  produtivo.  “Hoje  colocamos alguns pontos  para  aproximar e  fazer um  trabalho  conjunto  entre  a Universidade  e  a  Prefeitura.  Quem  vai ganhar  com  isso  é  a  comunidade  do  Alto Solimões”,  declarou  o  Prefeito.

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Manchete na página da UFAM: “INC e parceiros criam plataforma de monitoramento de casos de covid-19 no AM e em áreas indígenas”

A notícia do dia 06 de Maio de 2020, publicada no site de notícias da Universidade Federal do Amazonas por Sandra Siqueira (Equipe Ascom Ufam), destaca a plataforma de monitoramento do Covid-19 no Amazonas e em Terras Indígenas.

A plataforma é uma iniciativa do projeto de pesquisa SIG Litoral da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Ela é hospedada no site da UFRGS, utilizando as ferramentas do ArcGis Online acessíveis em desktop e dispositivos móveis.

 

Continue lendo para saber mais ou vá direto para a notícia em https://ufam.edu.br/noticias-destaque.

O Instituto de Natureza e Cultura da Universidade Federal do Amazonas (INC/Ufam), localizado em Benjamin Constant, na última terça feira, 7 de abril, recebeu R$ 500 mil do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) para estudo sobre biodiversidade e fruticultura amazônica.

BREVE HISTÓRICO DA COMUNIDADE DE BOM JARDIM, POR EX-CACIQUE AVELINO JANUÁRIO ASSIPAR


A comunidade de Bom Jardim está situada na área de expansão urbana do município de Benjamin Constant, na qual os moradores se autoidentificam como indígenas da etnia Kokama e passam por processo de reconhecimento do local em que vivem como comunidade tradicional em terra indígena. Buscamos entender melhor os processos de fundação, desenvolvimento e conquistas obtidas com o passar dos anos. Realizamos, assim, uma conversa com seu Avelino, ex-cacique e um dos moradores mais antigos da comunidade, que se seguiu da seguinte forma:

Saiba mais: http://novacartografiasocial.com.br/download/13-povos-tikuna-e-kokama-de-benjamin-constant-movimento-pela-demarcacao-da-terra-tradicionalmente-ocupada/ 

O povo Omágua (Kambeba) do Al to rio Solimões Município de São Paulo de Olivença - Amazonas: Resistência, existência e mobilização política.
Os povos Omágua foram e são habitantes da região do Al to Solimões no Amazonas, onde se localizavam os territórios de Aparia (Apariwa), nosso ancestral líder geral que comandava no século passado toda nação Omágua (denominada pelos colonizadores de Kambeba, ou cabeças-chatas), vale destacar que toda essa região nessa época
já foi um único território sem fronteira, que se estendia por toda essa região hoje do Brasil, Peru e Colômbia localizado no rio Surimã ou Maranõ atual rio Al to Solimões, se estendendo por todo o rio Napo hoje território Peruano e também parte do território Colombiano. Vale dizer que essas áreas eram uma única região, que com o
contato dos invasores colonizadores foram divididas passando a serem consideradas de países diferentes nessa região de tríplice fronteira.

Leia mais: http://novacartografiasocial.com.br/download/11-povo-omagua-kambeba-mobilizacao-politica-e-resistencia-nos-territorios-indigenas-do-alto-solimoes/

Problemas de Mineração


No Peru que é onde nós ouvimos que nossos pais também vivem Mayuruna, e nós também tem lote que
'tá' vendendo 136, 135 'tá' entrando um pessoal de outros países que faz parte da mineradora nosso do
Brasil mesmo não contei isso. (...) Pode, seria sim porque 'tá' lotando agora recentemente eu ouvi antes
de vir pra cá. Diz que o pessoal 'tá' forçando... o pessoal lá 'tá' querendo explorar território indígena no
Peru. Mais isso afeta muito nossos rios, o único rio que tem lá, fronteira do PERU – BRASIL que o rio é
importante então se entrasse lá e explorasse esse petróleo por que com certeza nós... (...) Isso é, então
por isso nós ?vemos várias reuniões, assim 4 em 4 anos. Reuniões não queria nós, do Povo Matsés, não
queríamos aceitar a petroleira do Peru. Então reunimos do Peru – Brasil. (...) Isso, pra não entrarem
nosso território pertencente a terra indígena. Aí ?nha todas as ONGS, ?nha várias organizações então
nós ajudamos assim fazer documentos pra mostrar o chefe do petróleo que 'tá' querendo entrar nosso
território, então assim mesmo 'tá' em função de gente que 'tá' querendo entrar então nós, mesmo assim
nós discu?mos lá do Peru sabe, do Brasil não, lá do Peru mesmo que é nosso vizinho. (Borges
Mayuruna).

Saiba mais: http://novacartografiasocial.com.br/download/03-povos-tradicionais-indigenas-do-vale-do-javari/.

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