Professores e alunos do curso de licenciatura em Geografia do Centro de Estudos Superiores de Tabatinga - CESTB, em parceria com o Núcleo de Estudos Socioambientais da Amazônia - NESAM, produziram e lançaram recentemente vídeo de projetos de extensão desenvolvidos junto as escolas da rede pública municipal de Tabatinga. Os projetos, intitulados "Educação indígena na rede municipal de ensino: diagnóstico da aplicação da Lei n 11.645/08 e oficinas formativas no ensino fundamental de Tabatinga" e "A educação para as relações étnico racial: a Lei 10.639/03 nas escolas da rede municipal de Tabatinga, Amazonas" foram aplicados nas escolas municipais Jociêdes Andrade e São Sebastião e tiveram a participação dos docentes Bruno Lázaro Franco Dias e Breno Patrick Franco Dias, e orientação dos professores Dr. Jonas Dias de Souza e Me. Reginaldo Conceição da Silva.

A nota técnica intitulada ‘Ações e desafios para o enfrentamento da situação de emergência em saúde pública decorrente do coronavírus (covid-19) para os povos indígenas da microrregião do Alto Solimões’ foi publicada nesta quarta-feira, 14, contendo diretrizes para subsidiar ações de uma política pública emergencial de enfrentamento à covid-19 em populações indígenas do Alto Solimões. A iniciativa atende a chamada pública feita pela Secretaria de Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SEDECTI).

Indigenous populations in the isolated region are suffering from poor access to health, with several cities becoming hotspots of coronavirus in the Amazon. Native leaders, health experts and NGOs are calling for international help.

BREVE HISTÓRICO DA COMUNIDADE DE BOM JARDIM, POR EX-CACIQUE AVELINO JANUÁRIO ASSIPAR


A comunidade de Bom Jardim está situada na área de expansão urbana do município de Benjamin Constant, na qual os moradores se autoidentificam como indígenas da etnia Kokama e passam por processo de reconhecimento do local em que vivem como comunidade tradicional em terra indígena. Buscamos entender melhor os processos de fundação, desenvolvimento e conquistas obtidas com o passar dos anos. Realizamos, assim, uma conversa com seu Avelino, ex-cacique e um dos moradores mais antigos da comunidade, que se seguiu da seguinte forma:

Saiba mais: http://novacartografiasocial.com.br/download/13-povos-tikuna-e-kokama-de-benjamin-constant-movimento-pela-demarcacao-da-terra-tradicionalmente-ocupada/ 

O povo Omágua (Kambeba) do Al to rio Solimões Município de São Paulo de Olivença - Amazonas: Resistência, existência e mobilização política.
Os povos Omágua foram e são habitantes da região do Al to Solimões no Amazonas, onde se localizavam os territórios de Aparia (Apariwa), nosso ancestral líder geral que comandava no século passado toda nação Omágua (denominada pelos colonizadores de Kambeba, ou cabeças-chatas), vale destacar que toda essa região nessa época
já foi um único território sem fronteira, que se estendia por toda essa região hoje do Brasil, Peru e Colômbia localizado no rio Surimã ou Maranõ atual rio Al to Solimões, se estendendo por todo o rio Napo hoje território Peruano e também parte do território Colombiano. Vale dizer que essas áreas eram uma única região, que com o
contato dos invasores colonizadores foram divididas passando a serem consideradas de países diferentes nessa região de tríplice fronteira.

Leia mais: http://novacartografiasocial.com.br/download/11-povo-omagua-kambeba-mobilizacao-politica-e-resistencia-nos-territorios-indigenas-do-alto-solimoes/

Problemas de Mineração


No Peru que é onde nós ouvimos que nossos pais também vivem Mayuruna, e nós também tem lote que
'tá' vendendo 136, 135 'tá' entrando um pessoal de outros países que faz parte da mineradora nosso do
Brasil mesmo não contei isso. (...) Pode, seria sim porque 'tá' lotando agora recentemente eu ouvi antes
de vir pra cá. Diz que o pessoal 'tá' forçando... o pessoal lá 'tá' querendo explorar território indígena no
Peru. Mais isso afeta muito nossos rios, o único rio que tem lá, fronteira do PERU – BRASIL que o rio é
importante então se entrasse lá e explorasse esse petróleo por que com certeza nós... (...) Isso é, então
por isso nós ?vemos várias reuniões, assim 4 em 4 anos. Reuniões não queria nós, do Povo Matsés, não
queríamos aceitar a petroleira do Peru. Então reunimos do Peru – Brasil. (...) Isso, pra não entrarem
nosso território pertencente a terra indígena. Aí ?nha todas as ONGS, ?nha várias organizações então
nós ajudamos assim fazer documentos pra mostrar o chefe do petróleo que 'tá' querendo entrar nosso
território, então assim mesmo 'tá' em função de gente que 'tá' querendo entrar então nós, mesmo assim
nós discu?mos lá do Peru sabe, do Brasil não, lá do Peru mesmo que é nosso vizinho. (Borges
Mayuruna).

Saiba mais: http://novacartografiasocial.com.br/download/03-povos-tradicionais-indigenas-do-vale-do-javari/.

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